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UMA HISTÓRIA


Just Slip

Slip in a piece of the sky, to the clouds so peaceful and divine.

Fly away and inwards to the high above

And look into heart of the sun.

Ask if God is there to answer the door.



Categoria: Poesias
Escrito por M. Vatan às 09h13
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Aos Olhos

Aos olhos de ninguém é apenas o nada, a escuridão

Aos olhos de alguém é o tudo, é a clareza do coração

Aos olhos de ninguém é apenas uma flor, areia, sem valor.

Aos olhos de alguém é onde a abelha transporta seu amor.

Aos olhos de ninguém é de plastico, vermelho, branca, ou amarelo, sem noção

Aos olhos de alguém é por onde a humanidade traduz seu amor.

É por onde as cores irradiam a paixão do coração


Simplesmente aos olhos de ninguém, o vazio que se vê, o finito que se anda e a morte que se traduz.



Categoria: Poesias
Escrito por M. Vatan às 09h11
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Boneca de Pano

 Boneca de Pano

O que posso te dizer?

O que posso fazer?

Costuram e te costuram.

Ao mesmo tempo te descosturam.

Mas mesmo assim continua uma boneca.



Boneca de pano

Não há o que dizer.

Não há o que fazer.

Linhas que te fazem.

Panos que te amarram.

E por dentro 100% algodão.

Mesmo assim uma boneca.



Boneca de pano

O que você pode dizer?

O que você pode fazer?

Olhos de botão.

E cabelos de lã.

Com um simples sorriso feito de batom.

Mesmo assim uma boneca.



 

Boneca de pano

Se costurando e descosturando

No fim uma simples boneca com paixão.



Categoria: Poesias
Escrito por M. Vatan às 14h08
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Porque veio até aqui?

Quer me conhecer?

Então não leia as palavras escritas.

Quer me envolver?

Então ignore as bobagens que digo.

Quer me amar?

Então esqueça que existo.

Quer saber quem sou?

Então tire-me de suas entranhas.

 

Sou o que você pensa que não sou.

E sou o tudo o que você acha que nada sou.

 

Creis, penses e fazas.

 

Sou o que você pensa é.... Será?

 

Exista

Viva

Ou Seja

 

Escolha

 

E porque você veio até aqui?



Categoria: Poesias
Escrito por M. Vatan às 13h54
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Meus -ãos

 João mas que cão!

Como gosto de João!

Que só vive reclamando dos meus -ãos. Mas que reclamão!

Mas mesmo assim gosto de João.

Não tanto como gosto dos meus -ãos!

Gosto das minhas mãos, do meu coração, da minha emoção, da minha paixão, e de uns certos -ÃOS, e sem esquecer do fortão.

Mas ainda gosto de João.

Só não gosto quando João vira um cão! Bobão!

Assim como não gosto da solidão, da escuridão, da sofreguidão, da lamentação e da perdição de um salão.

João, já te disse que você é um cão!?



Categoria: Poesias
Escrito por M. Vatan às 18h19
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SÓ RESPIRE

Só Respire, pois é isso a única coisa que você É

Só Respire, pois isso é única certeza de seu Ser

Só Respire, pois mundos podem acabar, feras atacar e existências se arruinar

Mas Só Respire, pois isso é a Vida do Ser

Só Respire, pois é a Paciência, a Bondade, a Caridade, a Quietude

Só Respire, pois a escuridão pode chegar e a tristeza pode preencher

Mas Só Respire, pois é Luz, Felicidade, Alegria, Amor

SÓ RESPIRE, POIS TU ÉS VIDA.



Categoria: Poesias
Escrito por M. Vatan às 23h06
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UM MANJAR

Quando vejo em um luar

Estrelas a me atravessar

Oro aos céus a me guardar

Nuvens para degustar.



Categoria: Poesias
Escrito por M. Vatan às 22h17
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TER E SER / TER OU SER

TER E SER

Perecer na escuridão

Viver em solidão

Morrer em mitigação

Renascer com a luz no coração

TER OU SER

Perecer sem dor nem razão

Viver com a luz na escuridão

Morrer com sofreguidão

Renascer em abandono de uma paixão



Categoria: Poesias
Escrito por M. Vatan às 21h00
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Apenas um começo ....

Vou lhe contar uma história, apenas uma história. Podendo ser verídica ou fictícia, como longa ou curta, escura ou clara, triste ou alegre, e como também conter todos os antônimos e sinônimos de um dicionário de português em suas expressões mais lúcidas. Mas isto não convém ao caso... O que se convém é o inicio ou o meio ou o fim (bem nem tanto o fim), mas o que se importa mesmo é um começo de uma história, podendo ser as expressões das imaginações, e por isso se aqui estou eu para apresentar a protagonista desta história, que como eu não sabe como veio sua criação.

Pode se dizer que ela era uma menina simples; sim; simples, pois estava simplesmente presa, era uma menina surda, muda e alem disso cega... e porque ela era? Pois ela já foi criada, já existiu, já foi feita, já viveu, já desapareceu...bem apos criado, já passou-se, não existe mais... Mas seja dito ou acreditado o que quiser, a vida sempre continua e vai e passa-se...Bem e onde eu parei? Sim... cega-surda-muda... Acreditem o que quiser as palavras podem lhe dizer, mas eu lhe digo assim: ela enxergava bem, escutava bem e falava bem, mas não via alem, não ouvia ninguém e não conversava também.. Podemos então dizer amém para uma refém?



Escrito por M. Vatan às 23h01
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